No meu tempo as mulheres (meninas) eram aquelas que tinham a melhor escrita, o melhor falar, as melhores letras eram as melhores em tudo, ninguém pedia a um garoto ou rapaz para escrever em um quadro ou cartaz, eram poucos os rapazes que tinham uma bela caligrafia, certamente eu não fazia parte deste grupo, pois a minha caligrafia era e ainda é decepcionante, a minha melhor caligrafia está nos teclados, com o passar do tempo, muito tempo creio que as meninas de hoje ainda ganhem dos homens no que se aplica à caligrafia, porém, o falar das graciosas meninas foi literalmente para o lixo ou para o ralo. Já incontáveis vezes eu ouvi conversas entre garotas e o que mais tenho ouvido são gírias e palavrões, principalmente palavrões, costumo dizer que elas batalharam pela igualdade com os homens e quiseram se igualar também no que não valia a pena, no pior que os homens tinham a oferecer, a mania de falar, sem contar, nem se controlar, palavrões ao vento e ao relento, isso não tem ocorrido...
Em uma pesquisa publicada na revista Science em 2007, Pennebaker constatou que, durante as 17 horas por dia em que o aparelho funcionava, as mulheres que participaram do estudo nos Estados Unidos e no México falavam uma média de 16.215 palavras e os homens, 15.669. Mais uma vez, uma diferença considerada residual. Eu não tenho aqui a intenção de salientar que mulheres falam mais que homens, se pudesse observaria nesta pesquisa quem falou melhor ou quem soube de comunicar da melhor forma e não quem falou mais, todos nós sabemos que em tudo o que fazemos, devemos nos dedicar para fazer o nosso melhor, portanto, fale bem ou fale mal, fale sempre bem, se você reconhecidamente não fala bem, nunca é tarde para corrigir ou se aperfeiçoar , pois só em um túmulo é que você deixará de falar, existem cursos pagos que são ótimos aperfeiçoadores do falar, imagine se no final desta pesquisa o objetivo fosse um contrato efetivo de trabalho, você seria contrato? Eu não tenho e...